Breve Biografia
A música, Nei Candido descobre desde menino, mas foi aos 16 anos de idade, ainda que por
acaso, que teve seu primeiro contato com o violão. Sua irmã, com seu primeiro salário, quem
comprou um Di Giorgio para aprender a tocar, mas foi Nei quem realmente se interessou pelo
instrumento. Este interesse foi se transformando em mania e depois em dedicação, já que ele o
tomou por uso exclusivo.
Nos primeiros anos, o paulistano confessa que a música era apenas um hobby, mesmo porque ele
teve contato ao frequentar uma igreja protestante e por fazer parte de grupos de música. Contava
com uma aptidão pessoal (a voz afinada) e também um ambiente propício, em que se estimulava o
hábito de cantar. O violão funcionou, portanto, como um ótimo complemento no cultivo da música.
Além dessa influência marcadamente gospel, Nei recebeu influências de artistas já consagrados na
época, tais como: Roberto Carlos, Milton Nascimento, Djavan, Chico Buarque, Lulu Santos, Gilberto
Gil e também de grupos famosos como Boca Livre, Roupa Nova, 14 Bis, Titãs, Legião Urbana,
RPM, MPB4 etc.
Pelo fato de ter alcançado uma idade em que a maioria das pessoas começa a trabalhar, ele
exerceu por algum tempo a função de office-boy, por não ter outra opção (na época) e nenhuma
outra expectativa, pois havia abandonado os estudos aos 13 anos, devido a um sério problema de
visão.
Já aos vinte anos, por intermédio de amigos que estudavam no COC e que também tocavam e
cantavam, Nei foi convidado a fazer parte de um grupo formado naquela escola para divulgação
da própria. Foi assim que surgiu sua primeira banda: Armazém.
Anos mais tarde, a mesma se profissionalizou, perdendo o vínculo com o COC, e passou a se
chamar Banda Arma-Zen. Com ela, Nei fez muitos trabalhos, tais como: festas de casamento, de aniversário,
bailes de formatura e de carnaval, festas em chácaras etc.
Essa primeira banda acabou no ano de 1999. Então ele formou um novo grupo, um trio chamado
Carpe Diem, no qual pôde se dedicar ao repertório para bares.
Devido à saída dos demais
componentes desse trio, ele convidou três amigos para compor outra banda, chamada Fumaça de
Gato, que durou cerca de dois anos, tocando MPB e Pop Rock. Inclusive apresentaram este
trabalho no Sesc.
Infelizmente, por motivos de força maior, teve que iniciar carreira solo no ano de 2004. Desde
então, tem tocado rotineiramente (sozinho ou até mesmo convidando outros músicos da cidade de
São José do Rio Preto/SP, onde reside), fazendo bares da região, eventos e festas.
Em todo esse tempo, deu entrevistas para a mídia local, participou de programas de TV como TV
Câmara, Record e TV Tem, fez alguns trabalhos como jingles políticos e comerciais, comícios e
eventos beneficentes.
Durante sua carreira solo, Nei Candido gravou dois CDs: "Nei Voz e Violão" e "Nei Voz e Violão 2",
interpretando as melhores canções do Pop e da MPB.
Neste momento, Nei está produzindo o seu terceiro CD: "É coisa nossa", o qual tem no repertório
composições de músicos rio-pretenses, todas canções inéditas, passando pelo samba, funk e até
drum'n bass.
Nei nos fala o que a música representa para ele:
"Por toda essa minha trajetória, posso concluir que, para mim, música sempre significou a busca de
um lugar ao sol.